“Posso descrever numa poesia o que me resta de amor.
Posso escrever no vento com tinta invisível cada rima que fiz pensando em nós.
Posso me deitar na chuva e pousar minhas dores no teu rosto e ainda assim se divertirá com o peso dos mais profundos pesares que carrego.
Posso soletrar, dedilhar, posso transformar-te em arte
reescrevê-lo segundo os preceitos do ser humano. E ainda assim o que seria o amor, uma necessidade ou uma crença?
O amor poderia ser segundo minha teoria, só uma reação alérgica, uma dependência. Uma droga laureada e honrada, uma crença seguida até por ateus que assim como eu, idealizaram.
Seria pecado esperar do mundo um retorno?
O que diria Freud quando soubesse que eu sou averso a suas crenças mas ainda assim sou o adepto mais fiel?
O que diria Focault aos homens que abrem mão do poder por amor?
Seria loucura, blasfêmia ou injuria esperar o reciproco que tarda, nunca vem, ou sempre chega atrasado?
O que diria o homem em suas desculpas e invenções quando se descobrisse ditador de verdades criadas pelo desconhecido.
Que diriam os homens, quando vissem os corpos de suas amadas caídos, sem vida. Estes seriam os novos Romeus? Teriam seus nomes marcados na história? Ou seria Shakespeare um visionário e transcrevera à séculos, a história de uns tantos, na pele de jovens que tendem a seguir regras, direitos e obrigações e dão a vida para que seus amores não sejam calados, como as palavras que tantas outras vezes o foram.”
Posso escrever no vento com tinta invisível cada rima que fiz pensando em nós.
Posso me deitar na chuva e pousar minhas dores no teu rosto e ainda assim se divertirá com o peso dos mais profundos pesares que carrego.
Posso soletrar, dedilhar, posso transformar-te em arte
reescrevê-lo segundo os preceitos do ser humano. E ainda assim o que seria o amor, uma necessidade ou uma crença?
O amor poderia ser segundo minha teoria, só uma reação alérgica, uma dependência. Uma droga laureada e honrada, uma crença seguida até por ateus que assim como eu, idealizaram.
Seria pecado esperar do mundo um retorno?
O que diria Freud quando soubesse que eu sou averso a suas crenças mas ainda assim sou o adepto mais fiel?
O que diria Focault aos homens que abrem mão do poder por amor?
Seria loucura, blasfêmia ou injuria esperar o reciproco que tarda, nunca vem, ou sempre chega atrasado?
O que diria o homem em suas desculpas e invenções quando se descobrisse ditador de verdades criadas pelo desconhecido.
Que diriam os homens, quando vissem os corpos de suas amadas caídos, sem vida. Estes seriam os novos Romeus? Teriam seus nomes marcados na história? Ou seria Shakespeare um visionário e transcrevera à séculos, a história de uns tantos, na pele de jovens que tendem a seguir regras, direitos e obrigações e dão a vida para que seus amores não sejam calados, como as palavras que tantas outras vezes o foram.”
Alexandre Lima.
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